Dentre seus diversos dogmas, que fogem à palavra de Deus, a Igreja católica tem um que afronta diretamente os ensinamentos de Jesus, que é o de afirmar que Maria, mãe adotiva de Cristo, é a Rainha dos céus.

Como pode uma mortal ser á rainha do céus, colocada em igualdade com a Santíssima Trindade?

Tudo começou com o livro “Las desventuras de la Virgen Maria”, escrito por Manuel Díaz Pineda, Ph. D”; onde os escritos possuem as seguintes informações sobre o nome de Maria mãe de Jesus :

Movimento mariano. Seu principal proponente, Afonso Maria de Ligório, escreve “As Glórias de Maria” (1750), onde esta aparece como “toda poderosa junto a Deus”, Rainha dos Céus e um caminho de salvação mais fácil do que o aberto por Cristo. As teses de Ligório teriam uma enorme influência em papas como Leão XIII, Pio X e Bento XV.

Depois que esse livro foi lançado, o Catolicismo Romano adotou oficialmente o termo “Rainha dos céus”.

Um dos principais argumentos dos apologistas católicos para sustentar essa blasfêmia é uma tradição da época de Salomão, onde todas as mulheres mães dos reis de Israel eram consideradas “Rainhas”, logo, por ser “mãe de Jesus” o Deus vivo que se fez carne para nos redimir do pecado, Maria ganha o título de Rainha dos céus.

De qualquer forma, é importante ressaltar aqui, que essa era uma tradição terrena, os Reis não eram Deus, mas simples mortais cheios de pecados, assim como suas mães e Rainhas.

Também precisamos nos atentar ao fato de Jesus não ser filho biológico de Maria, pois uma pecadora jamais poderia ter o “DNA” de um Deus.

Vejamos outra declaração da Igreja Católica que cita Maria como Rainha dos céus:

“Finalmente, a Imaculada Virgem, preservada imune de toda mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celeste. E, para que mais plenamente estivesse conforme a seu filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte, foi exaltada pelo Senhor como ‘Rainha dos Céus.”
P. 273, #966 Catecismo da Igreja Católica (1994)

A Bíblia nos ensina que Deus não divide a sua glória com ninguém, e nem tão pouco com uma “Rainha”.

Em alguns textos das Sagradas Escrituras podemos ver que Deus usa Jeremias para guiar o povo de Israel, quando todos estavam sendo enganados ao adorar a “Deusa-mãe”.

JUÍZES 10.6
“Então tornaram os filhos de Israel a fazer o que era mau aos olhos do SENHOR, e serviram aos baalins, e a Astarote, e aos deuses da Síria, e aos deuses de Sidom, e aos deuses de Moabe, e aos deuses dos filhos de Amom, e aos deuses dos filisteus; e deixaram ao SENHOR, e não o serviram.”
1 SAMUEL 7.3

“Então falou Samuel a toda a casa de Israel, dizendo: Se com todo o vosso coração vos converterdes ao SENHOR, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes, e preparai o vosso coração ao SENHOR, e servi a ele só, e vos livrará da mão dos filisteus.”
Afirmar que Maria, uma pecadora mortal, é a Rainha dos céus é a mesma coisa que tentar inventar “novos deuses” para adorar, enquanto o foco do único caminho da salvação, que é o todo poderoso Jesus Cristo; acaba sendo desviado da nossa alma.

No entanto, se você quer se aprofundar ainda mais sobre Maria ser a “rainha dos céus”, e descobrir outras coisas mais acerca desse assunto, recomendo que leia o livro “Coração Católico“. Pois neste livro, você vai ser surpreendido com revelações baseadas nas Escrituras Sagradas que talvez nenhum líder religioso falou pra você até hoje.

Altor: RODOLFO ROSSI

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