A sigla em inglês HIV do vírus da imunodeficiência humana, causador da Aids, a qual ataca o sistema imunológico que defende o nosso organismo de doenças.

Ter HIV não é o mesmo que ter Aidis explica a ciência. Existem pessoas soros positivas que vivem sem apresentarem sintomas e sem desenvolver a doença. Porém, podem transmitir o vírus a outras pessoas por meio de relações sexuais, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filhos durante a gravidez e amamentação.

No Brasil como no mundo existe muitos casos de portadores do vírus. Muitos deles sem saber que são portadores ou mesmo sabendo não fazem o tratamento com o uso do coquetel, distribuído pelo Sistema Único de Saúde. Esse remédio mantém o HIV sobre controle, diminuindo a multiplicação do vírus no corpo, afim de recuperar as defesas do organismo e consequentemente, aumentar a qualidade de vida do soro-positivo.

É o que prova a babá Luzia de Marilac, de 32 anos, que levava uma vida normal, até que no mês de Novembro do ano de 2004, acordou e percebeu que não estava enxergando mais.“Eu fiquei assustada, pois dormi enxergando e acordei cega, foi algo horrível”, comenta.

Imediatamente, ela procurou ajuda médica, realizou vários exames e foi diagnosticada com uma bactéria nos olhos, proveniente do vírus HIV.

Luzia: Fiquei em total desespero com a notícia, quando cheguei em casa não falei nada para minha mãe, pois não tinha ideia de como tinha sido contaminada pelo vírus. A minha vida, de uma hora para a outra, desmoronou, lembra.

Luzia já conhecia a Igreja Universal do Reino de Deus e decidiu lançar-se totalmente nas campanhas de oração, sem se importar com as palavras de dúvidas que ouvia, crendo na cura pela fé.

Luzia: Quando adoeci, muitas portas foram fechadas, fui vítima de muito preconceito e perdi o meu emprego, mas nada disso me impediu de exercitar a minha fé, no Deus do impossível, relata.

Após 1 mês dependendo da mãe para dar banho nela e da irmã de 10 anos para levá-la à Igreja o milagre tão esperado aconteceu!  Luzia voltou a enxergar e, ao realizar novos exames, o vírus havia desaparecido.

Hoje, após anos, Luzia tem uma saúde perfeita e leva esperança, por meio da Palavra de Deus e do próprio testemunho, a todos que passam pelo mesmo drama que um dia ela viveu.

Luzia: A Igreja para mim se resume em uma única frase! Casa acolhedora; pois me ajudou no momento mais difícil da minha vida e me ensinou a usar a fé em Jesus, na qual proporcionou a cura para uma doença, humanamente, incurável, finaliza.

Por: Douglas Junior Correa Guanes

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