Gula, avareza, luxúria, ira, inveja, preguiça e soberba. Todo mundo já ouviu falar a respeito dos sete pecados capitais, ou seja, as piores transgressões que podemos cometer. No entanto, apesar de eles serem superfamosos — e tão conhecidos como os Dez Mandamentos —, em sua forma atual, eles não se encontram na Bíblia. Pode procurar, se você quiser!

Se você parar para pensar, os sete pecados consistem em condições humanas bem comuns — e difíceis de evitar —, e essa classificação de “vícios” (por assim dizer), surgiu antes do cristianismo. A listinha foi tomada emprestada pela Igreja Católica durante a Idade Média e levemente reformulada para que ela pudesse ser utilizada com o objetivo de proteger, educar e controlar os fiéis.

Assim, primeiro, no século 4, o teólogo e monge grego Evágrio do Ponto apresentou uma lista contendo oito pecados (gula, avareza, luxúria, ira, melancolia, preguiça, orgulho e vanglória) e, mais tarde, no século 6, o Papa Gregório I definiu uma nova classificação, que consistia em sete crimes — orgulho, inveja, ira, indolência, avareza, gula e luxúria.

Depois, no século 13, Tomás de Aquino propôs que a transgressão da melancolia fosse substituída pela preguiça, e foi então que a lista tomou a forma como conhecemos hoje em dia. Mas os sete pecados só foram se tornar famosos pra valer depois da publicação da “Divina Comédia” de Dante, que divide o inferno em sete círculos que correspondem aos crimes capitais.

Vale mencionar ainda que o Papa Bento XVI sugeriu a inclusão de sete pecados modernos, que seriam: a pressa, a manipulação genética, ser muito rico, usar drogas, causar injustiça social, interferir no meio ambiente e causar a pobreza.

Fonte: Mega Curiosos

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